Descubra as principais métricas do Employee Experience

Sumário

Employee Experience tem se tornado um termo cada vez mais popular nas empresas.


Com a mudança dos tempos atuais, e com um mundo cada vez mais centrado nas pessoas e no bem-estar dos colaboradores, compreender e

otimizar a experiência dos funcionários
tornou-se essencial para qualquer organização que busca se destacar no mercado.


A Employee Experience, ou

Experiência do Colaborador
em tradução livre, refere-se ao conjunto de percepções, sentimentos e interações que um empregado tem com seu local de trabalho desde o momento da contratação até a saída da empresa.


Pensando nisso, as métricas Employee Experience surgem como ferramentas cruciais para avaliar, monitorar e melhorar o envolvimento, satisfação e produtividade dos colaboradores.


Para te ajudar a entender as principais métricas desse campo, elaboramos esse artigo com uma visão detalhada de como cada uma pode ajudar gestores e líderes a alinhar estratégias corporativas com as necessidades e expectativas de seus times. Confira!

Afinal, o que é Employee Experience?

Employee Experience (EX) refere-se ao conjunto de interações, percepções e sentimentos que um empregado tem em relação ao seu local de trabalho ao longo de toda a sua jornada na empresa.

Esta experiência começa no momento do processo de recrutamento e continua através da integração, treinamento, desenvolvimento profissional, rotina diária de trabalho, até o eventual desligamento ou aposentadoria.

A
Employee Experience é influenciada por diversos fatores, incluindo o ambiente físico de trabalho, as ferramentas e tecnologias disponíveis, as relações interpessoais, a cultura organizacional, as oportunidades de crescimento e o reconhecimento.

O foco na EX tornou-se uma prioridade para muitas empresas porque uma experiência positiva pode resultar em funcionários mais engajados, produtivos e leais, enquanto uma experiência negativa pode levar à insatisfação, baixo desempenho e alta rotatividade.

Portanto, entender e otimizar a Employee Experience é essencial para o sucesso e a sustentabilidade de uma organização no mercado contemporâneo.

Porque medir a experiência do colaborador?

A Employee Experience tornou-se um indicador crucial para o sucesso organizacional na era moderna e – caso você não esteja não familiarizado com a prática – pode estar se perguntando o porquê.

Metrificar e acompanhar essa experiência vai além de apenas entender o nível de satisfação de um funcionário;
trata-se de uma estratégia para otimizar o desempenho, reter talentos e promover um ambiente de trabalho mais harmonioso e produtivo.


Veja suas principais vantagens:

  • Retenção de Talentos: Colaboradores satisfeitos são menos propensos a buscar oportunidades em outras empresas. Ao avaliar regularmente a experiência do colaborador, as empresas podem identificar e abordar proativamente os pontos problemáticos, reduzindo a rotatividade.
  • Aumento da Produtividade: Um ambiente de trabalho positivo, onde os colaboradores sentem que suas necessidades são atendidas e suas opiniões valorizadas, pode levar a um aumento na motivação e, consequentemente, na produtividade.
  • Inovação e Criatividade:
    Colaboradores que têm uma experiência positiva estão mais inclinados a pensar fora da caixa, propondo soluções inovadoras e contribuindo para o crescimento da empresa.
  • Reputação da Marca:
    No mundo digital de hoje, a reputação de uma empresa como empregadora pode se espalhar rapidamente. Ao garantir uma boa experiência para os colaboradores, as empresas também estão protegendo sua marca e atraindo novos talentos.


Assim, medir a experiência do colaborador não é apenas uma tendência, mas uma necessidade estratégica.

O feedback constante e as insights gerados a partir dessa medição permitem que as organizações façam ajustes necessários, garantindo não apenas a satisfação do colaborador, mas também o sucesso a longo prazo da empresa.

Principais métricas do Employee Experience

A eficácia de uma organização no gerenciamento da experiência de seus colaboradores pode ser avaliada por meio de várias métricas.


Estes indicadores, coletivamente conhecidos como métricas de Employee Experience (EX), oferecem uma visão quantitativa do bem-estar, satisfação e envolvimento dos colaboradores.


Abordaremos aqui quatro métricas principais: eNPS, Rotatividade de Pessoas, Absenteísmo e Desempenho.

Employee Net Promoter Score (E-NPS)

O
E-NPS é uma métrica que avalia a disposição dos colaboradores em recomendar a empresa como um bom lugar para trabalhar.


É derivado da simples pergunta: “Em uma escala de 0 a 10, quão provável é que você recomende nossa empresa como um lugar para trabalhar?”. Os respondentes são então categorizados em detratores (0-6), passivos (7-8) e promotores (9-10). A fórmula do E-NPS é:

E-NPS= % Promotores – % Detratores


Esta métrica oferece uma visão rápida do moral geral dos funcionários e da percepção do local de trabalho.

Rotatividade de Pessoas

A rotatividade, ou turnover, é uma métrica crucial que indica o número ou a percentagem de colaboradores que deixam uma organização em um período específico.


Uma alta

taxa de rotatividade pode ser um sinal de insatisfação dos colaboradores, problemas na gestão ou questões culturais não resolvidas. Por outro lado, uma baixa rotatividade indica retenção de talentos e, frequentemente, uma boa experiência do colaborador.


A fórmula comum para calcular a rotatividade é:

Rotatividade= (Números de saída durante período/Média de funcionários durante período) x 100

Absenteísmo

O absenteísmo refere-se à frequência ou duração em que os colaboradores se ausentam do trabalho. Pode ser causado por vários motivos, incluindo doenças, problemas pessoais ou insatisfação no trabalho.


Um alto índice de absenteísmo pode ser um indicativo de problemas na cultura da empresa, saúde física ou mental dos colaboradores ou falta de envolvimento com o trabalho.


A fórmula comum é:

Absenteísmo= (Horas perdidas/Horas trabalhadas) x 100


Desempenho

O desempenho dos colaboradores é um reflexo direto de sua experiência na organização. Funcionários engajados e satisfeitos tendem a ter um desempenho melhor do que aqueles que não estão felizes ou não se sentem valorizados.


A métrica de desempenho pode ser avaliada por meio de revisões de desempenho,

feedback de colegas e superiores, e metas atingidas em relação às metas estabelecidas.


Por fim, ao realizar uma avaliação destas métricas de Employee Experience, as organizações podem obter insights valiosos sobre a saúde e a moral de sua força de trabalho.


Estas métricas, quando analisadas em conjunto, proporcionam uma visão holística da experiência do colaborador.

No entanto, é crucial não apenas coletar esses dados, mas agir com base neles, implementando
estratégias para melhorar continuamente a experiência do colaborador, conduzindo, assim, a resultados comerciais mais positivos.

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